Nada é consciente em si mesmo.
A máscara do ego aprisiona e sufoca a essência. Até matá-la
Perdemos a capacidade de contemplar, de saborear cada momento, de lembrar o que somos.
A vida foi emprestada a todos apenas com um fim.
E cada um tem que descobrir isto sozinho.
Mas há outros buscadores. Que podem fazer a jornada conosco.
Voltemos os sentidos para o interior.Para o SER.
Paremos com o querer possuir. Até porque nunca possuiremos nada.
Lembremos da pureza da infância. Do maravilhar-se,da descoberta, da falta de malícia.
Da saudade.
Porém a vida nos chama.Claro.
" Estar na vida sem pertencer a ela "
Ou será que somos apenas nosso trabalho, nossos papéis sociais, nossos apegos?
Reflitamos. Acordemos. O paraíso é AQUI.AGORA!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
The others
In some tribes in Africa, when a baby borns, he/she earns his own music as a specif energy that identifies his life expression.
During his life, when something bad happens to him, all the tribe sing his song in order to remind him exactly who is him.
And some people use to say that Africa is only a bunch of stupid people.
Imagine what a nice scene.
We have to help the others to irradiate their own light, as clean mirrors that project
different kinds of colours, shapes, expressions...
During his life, when something bad happens to him, all the tribe sing his song in order to remind him exactly who is him.
And some people use to say that Africa is only a bunch of stupid people.
Imagine what a nice scene.
We have to help the others to irradiate their own light, as clean mirrors that project
different kinds of colours, shapes, expressions...
sexta-feira, 20 de março de 2009
Coração
Em cada coração há uma
janela para outros corações.
Eles não estão separados,
como dois corpos.
Mas, assim como duas lâmpadas
que não estão juntas,
Sua luz se une num só feixe."
Mevlana Jalaluddin Rumi
janela para outros corações.
Eles não estão separados,
como dois corpos.
Mas, assim como duas lâmpadas
que não estão juntas,
Sua luz se une num só feixe."
Mevlana Jalaluddin Rumi
FICA
Tocaste a órbita do coração celeste,
agora fica aqui.
Pudeste ver a lua nova
agora fica.
Sofreste em excesso por tua ignorância,
carregaste teus trapos
para um lado e para outro,
agora fica aqui.
Teu tempo acabou.
Escutaste tudo o que se pode dizer
sobre a beleza desse amante,
fica aqui agora.
Juraste em teu coração
que havia leite nesses seios,
agora que provaste desse leite,
fica.
Mevlana Jalaluddin Rumi
agora fica aqui.
Pudeste ver a lua nova
agora fica.
Sofreste em excesso por tua ignorância,
carregaste teus trapos
para um lado e para outro,
agora fica aqui.
Teu tempo acabou.
Escutaste tudo o que se pode dizer
sobre a beleza desse amante,
fica aqui agora.
Juraste em teu coração
que havia leite nesses seios,
agora que provaste desse leite,
fica.
Mevlana Jalaluddin Rumi
Spark
All of us have a little spark of light.
We received it for Free. IT WAS THE BEST GIFT WE RECEIVED. WITH OUR LIFE.
But we cannot let it go.
We have free will. We can choose...
Our task?
Is to transform our sparks in flames. Radiant, vibrant...
Dance!
...Go after Thee One who lent it...
He is closer than our Jugular vein...
Go after Him...
REMEMBER, REMEMBER...
We received it for Free. IT WAS THE BEST GIFT WE RECEIVED. WITH OUR LIFE.
But we cannot let it go.
We have free will. We can choose...
Our task?
Is to transform our sparks in flames. Radiant, vibrant...
Dance!
...Go after Thee One who lent it...
He is closer than our Jugular vein...
Go after Him...
REMEMBER, REMEMBER...
Caminhada
Feliz o doente que se conhece.
A busca interna e real do auto-conhecimento é a única chave possível para o crescimento da consciência.
Buscando fora de nós não encontraremos nada. Nem os reflexos que os espelhos nos mostram poderemos ver direito. Estará mais para imagens Felinni-Dalinescas ( dois grandes artistas, geniais sem dúvida) do que para a Realidade.
É preciso tirar os véus que a recobrem para poder Ver, Sentir, SER.
E nós que nem consciência que respiramos temos.
Inspira...
...Expira
Mas...pra que? Tem aquela bolsa LIIIIINDA da Louis Vutton, tem o último CLASSUDO Land Rover. Hummm, da minha viagem pra Paris eu NÃO ABRO MÃO!!
Você viu o BBB???!!!
A busca interna e real do auto-conhecimento é a única chave possível para o crescimento da consciência.
Buscando fora de nós não encontraremos nada. Nem os reflexos que os espelhos nos mostram poderemos ver direito. Estará mais para imagens Felinni-Dalinescas ( dois grandes artistas, geniais sem dúvida) do que para a Realidade.
É preciso tirar os véus que a recobrem para poder Ver, Sentir, SER.
E nós que nem consciência que respiramos temos.
Inspira...
...Expira
Mas...pra que? Tem aquela bolsa LIIIIINDA da Louis Vutton, tem o último CLASSUDO Land Rover. Hummm, da minha viagem pra Paris eu NÃO ABRO MÃO!!
Você viu o BBB???!!!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Prólogo
O parto é dolorido.
A gestação é longa
muito longa.
Às vezes pode nem parir.
Porque não deixamos
Porque não queremos.
Porque continuamos deslumbrados
Como crianças nas vitrines
de brinquedos.
Os travesseiros são macios
Os lençois nos convidam
Mais um pouquinho...
A gestação é longa
muito longa.
Às vezes pode nem parir.
Porque não deixamos
Porque não queremos.
Porque continuamos deslumbrados
Como crianças nas vitrines
de brinquedos.
Os travesseiros são macios
Os lençois nos convidam
Mais um pouquinho...
Não Sei Quantas Almas Tenho
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não atem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que sogue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: “Fui eu?”
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoa
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não atem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que sogue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: “Fui eu?”
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoa
sábado, 15 de novembro de 2008
Wake up...
Bummmmmmmmm!!!! Pommmmm! Tonnnnnnnnnnnnnnnn!
Hurry, hurry.. time is vanishing...
I cannot take the sand...
My hands are emptying...
Opportunities are being lost
billions, at each second...
why?
Because we're sleeping
Looking outside...waiting for a magic solution.
The answers are remaining inside.. after the door.
Let's discover the secrets of the keys...
Hurry, hurry.. time is vanishing...
I cannot take the sand...
My hands are emptying...
Opportunities are being lost
billions, at each second...
why?
Because we're sleeping
Looking outside...waiting for a magic solution.
The answers are remaining inside.. after the door.
Let's discover the secrets of the keys...
domingo, 28 de setembro de 2008
Pára! - 1o ato
O dia começa.
As luzes se apagam lentamente.
A metrópole acorda.
Os barulhos começam a romper a quietude crepuscular.
Os rostos cansados e automáticos armam suas máscaras de guerra.
A luta pelos queijos mais umz vez se inicia.
As caras loucas e agoniadas não me saem da mente.
As justificativas quase sempre prepotentes.
O trânsito nas vias como lenta lava que se forma.
A mídia desvairada que apenas vende, mas nem sempre informa.
A ansiedade insípida e disforfme eletriza o ar.
A cobrança estúpida de nunca poder falhar.
Os modelos impostos nos dizem: Cuidado aí, não erra!
Caímos na espiral descendente que nos ferra.
Novamente a teia sutil da armadilha fia.
Este é o mundo que cada um de nós cria.
Busquemos os espelhos, para que possamos refletir de vez nossa cara.
Pára!!!
As luzes se apagam lentamente.
A metrópole acorda.
Os barulhos começam a romper a quietude crepuscular.
Os rostos cansados e automáticos armam suas máscaras de guerra.
A luta pelos queijos mais umz vez se inicia.
As caras loucas e agoniadas não me saem da mente.
As justificativas quase sempre prepotentes.
O trânsito nas vias como lenta lava que se forma.
A mídia desvairada que apenas vende, mas nem sempre informa.
A ansiedade insípida e disforfme eletriza o ar.
A cobrança estúpida de nunca poder falhar.
Os modelos impostos nos dizem: Cuidado aí, não erra!
Caímos na espiral descendente que nos ferra.
Novamente a teia sutil da armadilha fia.
Este é o mundo que cada um de nós cria.
Busquemos os espelhos, para que possamos refletir de vez nossa cara.
Pára!!!
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Marcas
Dói. A separação dói.
Por um motivo, algo sem razão, nos falta algo. Um ponto central aperta.
O ar falta. A angústia ocupa o peito.
Onde está o alívio?
Onde está a doce música de sua voz?
O seu belo sorriso ao meu lado.
A beleza espontânea e infantil.
Os faróis a iluminarem a noite.
A magia se eclipsou.
O velado prevalece.
Por um motivo, algo sem razão, nos falta algo. Um ponto central aperta.
O ar falta. A angústia ocupa o peito.
Onde está o alívio?
Onde está a doce música de sua voz?
O seu belo sorriso ao meu lado.
A beleza espontânea e infantil.
Os faróis a iluminarem a noite.
A magia se eclipsou.
O velado prevalece.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Joie de Vivre
As oportunidades perdidas não voltam. As palavras ditas também não. Não esperemos as ocasiões perfeitas, os momentos ideais. Sejamos tortos, estranhos, confusos, inseguros. Mas sejamos inteiros, completos. Busquemos a verdade inteira, silenciosa. Interna. A nossa referência. Não a dos outros. Vamos tirar as cascas e limpar nossas casas. Vamos errar, mas tentando, buscando, aprendendo. Corramos atrás da alegria, da felicidade. Internas. Perenes. Simples. O azul do céu ao entardecer, a compania dos amigos, a magia das cores tão perfeitas. A beleza das formas. A magia do respirar. A maravilha do co-criar. Os desenhos tolos das brancas nuvens...
...tic, tac, tic, tac...Chega de esperar o momento certo. Sejamos. Sejam. Seja.
Tic, tac, tic, tac...o tempo, ah.. o tempo.. prisão... prisão... não. Janela. Quando vivemos, o tempo pára, o tempo estica. A eternidade paira. Para todos. Em tudo. Pra sempre.
...tic, tac, tic, tac...Chega de esperar o momento certo. Sejamos. Sejam. Seja.
Tic, tac, tic, tac...o tempo, ah.. o tempo.. prisão... prisão... não. Janela. Quando vivemos, o tempo pára, o tempo estica. A eternidade paira. Para todos. Em tudo. Pra sempre.
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